Homem coloca câmera no pé para filmar mulheres e bateria explode

A prática de capturar imagens de outras pessoas dessa maneira é conhecida como "upskirting". Veja o caso que deu MUITO errado para o criminoso
camera sapato explode

Foto: Dom J / Pexels

Não é novidade que alguns homens gostam de capturar imagens íntimas das mulheres sem permissão.  O caso é que tem homem por aí que realmente se supera e acaba pagando caro por praticar esta forma de assédio. Foi o que aconteceu com um homem de 32 anos de Winsconsin (Estados Unidos).

O homem, que não teve a identidade revelada, estava usando um sapato com câmera para capturar imagens "sob a saia" de mulheres na rua. Acontece que, ao testar o funcionamento da câmera, ela acabou explodindo no pé do criminoso sexual.


Segundo a polícia local, o homem não perdeu o pé, mas sofreu lesões superficiais. As autoridades locais aconselharam o jovem sobre suas ações e, após constatarem que não foi realizado qualquer tipo de gravação, ele foi liberado. A polícia ainda comentou que há uma investigação em andamento.

De acordo com o Wisconsin State Journal, após a explosão, o homem foi até uma farmácia e comprou medicamentos para queimaduras leves. Depois, foi até a igreja se confessar. Como nota o jornal, foi o clérigo que fez o homem se entregar à polícia.

upskirting

Foto: Reprodução

A prática de capturar imagens de mulheres por baixo das suas saias ou vestidos se chama "upskirting". Na Inglaterra, um projeto de lei quer tornar este tipo de assédio um crime com até dois anos de cadeia — na Escócia, essa lei já vigora. Nos Estados Unidos, a pessoa que fizer isso também pode ser acusada de crime.

Já no Brasil ainda não há uma lei específica sobre o caso, contudo, mulheres que passem por esta situação devem alertar as autoridades. No caso, um Termo Circunstanciado (TC) por importunação ofensiva ao pudor é realizado contra o criminoso, que pagará multa por importunar alguém, em lugar público ou de acesso ao público, de modo ofensivo ao pudor. "Ele vai responder em liberdade e o caso será julgado em um juizado especial de pequenas causas", escreve o site Engeplus.

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