Trampling: fetiche ou sadomasoquismo?

A prática sexual produz intensos sentimentos de controle para o amante dominante
trampling

Trampling é um fetiche sexual pouco conhecido. Foto - Reprodução

No amor e no sexo, ninguém gosta de ser pisado, certo? Errado! Tem gente que adora pisar e ser pisado sim e esta é uma prática sexual que pode ser vista como fetiche ou pode estar ligada ao sadomasoquismo. O trampling (trampolim) ainda é algo encarado como um tabu sexual, porém muitas pessoas aderem a essa nova experiência como forma de ter mais prazer, inclusive por meio da dor, e também de oferecer prazer ao máximo ao seu parceiro na cama. 


O trampling é um fetiche sexual que envolve um indivíduo submisso sendo pisoteado por outra pessoa, ou por um grupo de pessoas. Normalmente, o pisoteamento tem como dominante uma mulher. Ela caminha sobre seu "escravo sexual", quer com os pés descalços ou com sapato  de salto alto, dependendo do fetiche de seu "escravo". A mulher caminha sobre diversas partes do corpo masculino, como costas, rosto, pescoço e até sobre os órgãos genitais do parceiro.

A prática sexual produz intensos sentimentos de controle para o amante dominante e sentimentos de humilhação e frustração para o "escravo" que concordou com este tipo de jogo sexual. Em comparação com outros fetiches sexuais, o pisoteio produz excitação sexual pelo fato de que a pessoa submissa é pisado e, desta forma, ela é subjugada e humilhada quando está debaixo dos pés de sua amante.

fetiche sexual

Foto - Reprodução

Quando o trampling não está ligado ao desejo de provocar dor no parceiro (e ele próprio não deseja sentir dor), esse fetiche deve ser praticado com muito cuidado, principalmente quando a mulher decide usar salto alto. Nesse caso, o pisoteamento deve ser feito com cuidado e calma. Uma dica bacana leva em consideração os pés femininos: como muitos homens têm fetiche com essa parte do corpo feminino, unhas bem feitas e pés lisinhos são sempre bem-vindos! De resto, é só deixar a fantasia rolar solta e aproveitar o contato íntimo entre ambos.

Por Renata Branco

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