Toque nos seios: mais prazer durante o sexo

Toque nos seios mais prazer durante o sexo

Para a intimidade do casal aumentar gradativamente na cama, nada melhor do que uma boa conversa. Dizer o que gosta e como gosta é um bom caminho para deixar o sexo mais prazeroso. E como todo mundo sabe, as preliminares são essenciais a fim de aumentar a lubrificação, facilitar a penetração e atingir um orgasmo mais intenso.

Os seios, que mexem com a fantasia masculina, fazem parte destas zonas erógenas. Conforme explica o Dr. Celso Marzano, urologista, terapeuta sexual e diretor do CEDES - SP (Centro de Orientação e Desenvolvimento da Sexualidade), a resposta sexual feminina aparece nas mamas, que são áreas erógenas primárias (como as nádegas e a vulva). "Com o toque, ocorre a liberação de substâncias que levam à excitação e ao prazer. Estas substâncias responsáveis por essa ‘química’ são a dopamina, a feniletilamina e a oxitocina."

O especialista, que também é autor do livro "O prazer secreto" (Editora Eden), conta que quando a mulher se excita ocorre um pequeno aumento do tamanho dos seios e a ereção dos mamilos. "Há também o rubor sexual, que é quando a pele fica mais avermelhada, e tanto a pressão sanguínea quanto a freqüência cardíaca e respiratória tendem a aumentar", acrescenta.

Não há receita na hora de tocar os seios, mas tudo depende da sensibilidade de quem faz e de quem recebe. "O prazer vem pelo uso dos cinco sentidos - visão, toque, olfato, língua/boca e audição. O importante é elaborar a carícia do jeito que o homem aprendeu que a parceira gosta", conta Dr. Marzano. "Todo carinho, independente de como é realizado, passa pela triagem cerebral e emocional".


O toque, seja ele leve ou intenso, sempre ajuda na excitação, mas o homem precisa sempre estar atento às variações hormonais da mulher. "Em determinados dias, os seios estão mais sensíveis e dolorosos, o que pode inibir a resposta do prazer", alerta o terapeuta sexual. "Portanto, os parceiros devem aprender a se conhecer de corpo e alma em detalhes para uma resposta sexual plena", finaliza.

Por Juliana Falcão (MBPress)

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