Sexo na internet: eles e elas têm desejos diferentes

Sexo na internet ele e elas têm desejos diferentes

Um estudo realizado na Inglaterra resultou em um livro, "A Billion Wicked Thoughts". O conteúdo é o resultado de uma pesquisa sobre os interesses de homens e mulheres na internet. Foram apuradas as pesquisas mais populares de conteúdo de sexo na internet, mais de um bilhão de acessos foram estudados. O resultado foi bastante surpreendente.

Foi revelado que homens têm um gosto diferente do que imaginamos. Um número significativo deles acessou vídeos adultos de mulheres acima do peso e mais velhas. Indicando um gosto mais exótico. A maioria dos conteúdos é dedicada a eles: há exibições de mulheres de 40, 50 e até 60 anos, porém as jovens ainda são preferência. Além disso, há imagens de transexuais e sexo homossexual.

A internet auxiliou na desmistificação da pornografia. O que antes era visto como perversão agora é mais bem visto pela sociedade. "Pela primeira vez os cientistas podem ver o que as pessoas ao redor do mundo fazem quando ninguém está olhando", afirmou Ogi Ogas, autor do livro, ao jornal "Daily Mail".

Uma das grandes diferenças entre homens e mulheres diz respeito ao conteúdo acessado. Enquanto o público masculino prefere vídeos e fotografias pornográficas, as mulheres gostam de histórias eróticas. Além disso, 75% dos homens se mostram dispostos a pagar para ter acesso a esses materiais. A mesma porcentagem de mulheres paga, ou pagariam, por acesso às suas preferências.

O autor afirma ter encontrado a resposta para a sua principal pergunta: "Qual é a diferença entre os desejos masculinos e femininos?" Segundo Ogi Ogas os desejos masculinos são definidos ainda na infância e não muda com o decorrer dos anos. Os desejos aos 75 anos são os mesmos de quando tinha 25 anos.


Os anseios sexuais femininos são muito volúveis. E podem variar no decorrer das décadas, meses e até mesmo dias, afirma o autor. "O interesse dela aos 25 anos pode ser completamente diferente aos 45 anos", disse o autor.

Por Bianca de Souza (MBPress)

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