Dogging: sexo em público está em alta

Conheça a modalidade que está ficando popular no Brasil
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Aqui no Brasil muita gente frequenta casas de dogging ou sabe como funcionam, por serem adeptos ou até mesmo já terem ido a um lugar desses por curiosidade. Pois saiba que o swing não é a única maneira de ver e ser visto fazendo sexo. A “modalidade” aqui em questão é o dogging. (sexo em público)

Trata-se do ato de transar em lugares públicos (estacionamentos, terrenos baldios, parques), com outras pessoas olhando ou participando. É isso mesmo: sexo exibicionista. Quem lançou a moda foram os homossexuais, que nos anos 70 saiam por aí em busca de parceiros e transavam ao ar livre. 

A prática era conhecida como cruising. Depois, quando a coisa ficou mais liberal e os heteros se tornaram adeptos, ganhou o nome de dogging. Segundo os praticantes, o lance maior está em ser visto ou pego no flagra (daí a graça de transar em lugares públicos). 

O dogging é febre na Inglaterra, onde nasceu, e está se popularizando por aqui também. Se você curtiu a ideia, quer praticar ou já pratica, saiba que ser pego fazendo sexo em público é considerado atentado ao pudor no Brasil e pode dar cadeia. Por isso, os lugares de dogging são mais “fechados”, como no Parque Ibirapuera e no Parque Villa Lobos. No Rio, a Praia da Reserva é o local ideal para doggers.

Antes da tecnologia mega evoluída, você tinha que dar a cara a tapa e chegar ao local quando quisesse transar (e, detalhe, isso acontecia com desconhecidos). Hoje já existem sites como o Let’sGoDogging.com, no qual permite, inclusive conhecer outros doggers, além de ficar por dentro de locais. 


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