Afinal, sexo ajuda no desempenho dos jogadores?

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Fotos: Instagram/Reprodução

Luiz Felipe Scolari foi um tanto enigmático quando respondeu sobre sexo na Copa do Mundo

, apesar de liberar seus jogadores. Sim, eles podem, desde que não seja nada muito "acrobático", sugeriu ele.

Como sabemos, o Brasil está vivo na competição, em busca de uma vaga na semifinal. Mas e quem vetou totalmente as relações? Se a prática da abstinência é comum no esporte, com casos de vitórias e derrotas, o resultado neste Mundial foi pífio.

De acordo com o levantamento do jornal The Independent, do Reino Unido, todas as seleções que anunciaram que preservariam seus jogadores do sexo já deram adeus à disputa da taça. A lista dos "reprimidos" tem Rússia, Bósnia, Chile e México.

"Todos eles impuseram uma regra de não-sexo e agora estão eliminados, sugerindo que a frustração sexual não é uma vantagem crucial em termos de motivação", conclui o jornal, sobre os resultados - mas deixando claro que outras seleções mais liberais, como a da Itália, também já deixaram o Brasil.

Não só no futebol, mas nos esportes de lutas e muitos outros a prática da abstinência é comum. O assunto é tabu: há quem defenda que uma noite de prazer antes de um jogo importante ajuda o jogador a ficar relaxado e se distrair da pressão; outros veem uma perda de energia e foco desnecessários.

Entre as seleções que ficaram, há diversos tipos de comportamento. Há, por exemplo, o citado caso do Brasil, de permissão a um sexo mais "calmo". A Costa Rica vetou na primeira fase e liberou na sequência, para as finais. E a França deu permissão, desde que não seja a noite inteira.


Por Vila Mulher

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