Acidentes na cama acontecem, ô se acontecem!

Ops Histórias de acidentes sexuais

Foto Cbenjasuwan Images/ http://bit.ly/gORrs7

Um esfolado, um arranhão, uma queda, uma torção. Isso tudo parece que só acontece em uma partida de futebol. Mas saiba que estas lesões também são comuns na hora do sexo!

Uma pesquisa feita pela revista Cosmopolitan sul africana revelou os dez acidentes mais comuns durante o ato sexual. No topo dos mais citados está torcer o pescoço ou as costas, seguido por contusões e arranhões e queimaduras causadas por fricção no tapete.

A estudante Natália Santos Barbosa, 23 anos, conta que já passou por uma situação como esta. "Teve uma vez em que eu esfolei os dois joelhos. Aventurei-me em um tapete e acabei me dando mal", disse a estudante. "Na hora a gente não nota", comentou. Natália revelou também que, em outra ocasião, chegou a ter uma cãibra na região da garganta.

Machucar os mamilos, lesões musculares e entalar objetos na vagina ou ânus, aparem em quarto, quinto e sexto acidentes mais comuns, respectivamente.

Infelizmente, para a vendedora Patrícia Bueno, 32 anos, a experiência não foi tão simples e sem consequências. "Há uns quatro anos, a cama quebrou durante o sexo. Eu acabei passando por cima do meu parceiro e caindo no chão. Para tentar me apoiar, usei a mão direita. O mal jeito fez com que todo o meu peso se concentrasse sobre o e meu punho. A consequência não poderia ter sido outra, uma fratura no local", lembra Patrícia.


A vendedora acabou tendo que se afastar do trabalho por quinze dias. "Também tive que fazer fisioterapia e tomar medicamentos. O duro foi contar ao médico, um senhor de mais de 60 anos, como aquilo aconteceu", disse Patrícia, rindo.

Torção no pênis ocupa a sétima colocação da lista divulgada pela revista sul africana. Respectivamente, reações alérgicas a géis e lubrificantes, irritação nos olhos causada por ejaculação no local e picadas de insetos, ocupam os últimos lugares.

E com você já aconteceu algo parecido? Conte e compartilhe as gargalhadas com a gente!

Por Bianca de Souza (MBPress)

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