7 fatos sobre sexo que você provavelmente não sabia

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Na adolescência, quando estamos começando a descobrir o sexo, achamos que quando adultas, saberemos tudo. Errado. Sexo é algo que nunca deixa de ser intrigante e são raras as pessoas que podem se considerar experts no assunto. Quer apostar? Veja 7 fatos sobre sexo que com certeza você não sabia.

1 - Sexo não mata de ataque do coração

Essas histórias de pessoas que morrem enquanto estão transando, principalmente as mais velhas, é mito. Isso só acontece se a pessoa tiver diabetes ou problemas do coração. O sexo, em si e sozinho, não mata, não.

2 - Pessoas casadas também se masturbam

Não é por que as pessoas casadas teoricamente têm uma vida sexual mais ativa que não se masturbam. Masturbação é uma maneira de conhecer a si mesmo.

3 - Homem que ajuda nas tarefas domésticas transa menos.

Desculpe, meninas, mas é isso mesmo que sugere um novo estudo. Homens que cozinham, fazem faxina e lavam a roupa tendem a quererem fazer menos sexo. Por outro lado, aqueles que fazem trabalhos de carpintaria e mercearia, tendem a transar mais.

4 - Dá pra engravidar durante a menstruação

Não confie na tabelinha para apontar seus dias úteis. É difícil, mas pode acontecer. O espermatozóide pode viver dias dentro do útero e assim, a fecundação acontece quando você menos imagina.

5 - Homem com mão grande não tem pênis grande

Isso é um tremendo mito. O crescimentos dos dedos está relacionado com o do pênis, mas nada comprova que um fique proporcional ao outro quando o homem for adulto.

6 - Quem transa de meia tem mais chances de ter orgamos

Pasme! Isso foi comprovado por um estudo recente. As meias teriam relação com o conforto, por isso, quem transa de meia está mais confortável e tem mais chances de chegar ao orgasmo.

7 - Mulheres gostam menos de sexo do que os homens?

Isso é uma grande mentira. Algumas pesquisas mostram que as mulheres têm quase os mesmos instintos que os homens, mas que gostam de sexo de maneiras diferentes e não querem ser tratadas como objeto sexual.


Por Helena Dias

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