Formas brasileiras na passarela da Água de Coco

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Formas brasileiras na passarela da Água de Coco

Foto: arquivo MBPress

Liana Thomaz considera sua marca uma mistura de conceitual e comercial. "Tenho que fazer algo bacana e que seja vendável", disse em entrevista para a revista da marca distribuída antes do desfile. Gosta de pesquisar muito e para isso faz questão de viajar por aí. "É a parte que eu mais gosto do meu trabalho".

Para o próximo verão, ela foi atrás dos patrimônios culturais brasileiros - são 17 espalhados por todo os cantos - e a partir das suas formas imaginou estampas diversas para a sua beachwear. As linhas geométricas de Brasília estavam em biquínis e maiôs, com direito a hot pants e blusas vazadas. Ouro Preto com suas ladeiras e igrejas barrocas ilustrava as saídas de praia. Maiôs mais coloridos, que lembravam as cores do arco-íris, remetiam um pouco ao bandage, foi uma forma de Liliana lembrar o efeito que se vê das Cataratas de Foz do Iguaçu.

A beleza das nossas florestas estampou caftans longos e sensuais. Entre um modelo e outro, o preto em maiôs de franjas nas costas também dividiu espaço na passarela.

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Por Juliana Lopes

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