Você compra produtos falsos de grife?

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Você compra bolsas falsas de grife

Desfilar com uma bolsa de grife é sonho de consumo de muitas mulheres. Futilidades a parte, o "status" que uma marca confere a quem carrega o seu produto dá a sensação de poder, luxo e o gostinho de superioridade. E quando aparece aquela bolsa falsificada, quase igualzinha a original e muito mais barata? Sucumbir a pechincha ou manter-se firme e não compactuar com a praga da pirataria? Eis o dilema.

Muita gente compra uma bolsa falsa, atraída por seu preço. Muito parecido com o original, o acessório poderia enganar qualquer mulher, mas a durabilidade e acabamento evidenciam que o "barato pode sair caro"

Dizem que a falsificação é o termômetro da popularidade da marca, mas, além dos prejuízos financeiros há o abalo à imagem da marca, que deve se morder ao ver pelas ruas "sacolas malfeitas" com o logo da grife. Como o luxo, por definição, é uma realização para poucas privilegiadas, a cópia de produtos de grife ganha porte industrial.

Uma bolsa legítima de marcas luxuosas como a francesa Louis Vuitton que custa R$ 1.500, tem sua versão em cópia nacional em lojas de São Paulo por cerca de R$ 400, o que, convenhamos, não é um valor baixo! Para quem não se importa, fica aqui a provocação:

  • Vale comprar réplica por preço de uma boa bolsa original?
  • E quando a qualidade é muito inferior e a princesinha "grifada" vira sapa?
  • E o que vocês acham de alugar uma bolsa de grife, como a assistente de Carrie Bradshaw no filme Sex and the City?
  • Não é melhor ter uma bolsa sem grife, mas de boa qualidade e original?
  • Afinal o que é para você um "objeto de desejo"?
  • Reflitam e mandem as suas opiniões.

    Por Karina Conde (fonte MBPress)

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