Chá de bolsa

Chá de bolsa

Bolsas Joana Carraro

Lembra do antigo hábito de vender tapeware em casa? A temática da venda direta começou em casa, incluiu os catálogos de produtos de beleza, as lingeries e os velhos potinhos de plástico em suas revistinhas. Uma ideia que também passou para o universo da moda. O bazar de trocas de roupas é uma iniciativa semelhante, só que mais rentável ainda porque você usa as próprias peças seminovas para vendê-las.

A partir dessa proposta, a gaúcha Joana Carraro começou a fazer o Chá de Bolsa nas casas da mulherada de Porto Alegre. A organizadora, no caso a pessoa que cede o espaço para a tarde de bate papo, ganha uma comissão de 7%. "Em média, o custo de cada uma é de 350. Resolvi fazer o chá para divulgar a marca que foi lançada recentemente. Com o famoso boca a boca conheço mulheres interessadas em promover os encontros, em um deles cheguei a vender mais de 15 modelos", diz.

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Ela mesma desenha as bolsas que são confeccionadas em fábricas da região. Para a coleção 2010, Joana aposta em couros mais leves e maleáveis. "Como geralmente o perfil é bastante variado, reúno quase todas as peças e levo para os chás".


Alguns modelos você confere no próprio site da marca (www.joanacarraro.com). Basta pedir o orçamento através do código da bolsa que ela entrega para todo Brasil, lembrando que há também o custo do frete.

Por Juliana Lopes

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