Celebridades no seguro

Imagine que na década de 50 já tinha celebridade com as pernas no seguro. A pioneira foi a atriz Betty Grable, do filme “Como agarrar um Milionário”. Desde então muita gente entrou nessa.

Mariah Carey também preferiu ter as belas pernas asseguradas. O mesmo aconteceu com Jamie Lee Curtis, cuja a apólice foi de um milhão de dólares, e a top model alemã Heidi Klum. Mulher do cantor Seal, ela só não conseguiu o valor de três milhões e duzentos mil dólares pelo seguro por causa de uma cicatriz na perna esquerda e perdeu 125 mil dólares.

Também estão na lista Keith Richards (Rolling Stone) cuja mão direita é avaliada em dois milhões de dólares. David Beckham tem seu preço pelo corpo inteiro, 240 milhões de dólares.

Entre as partes do corpo mais asseguradas sem dúvida o bumbum é a campeã. A brasileira Melanie Fronckowiack, dona do bumbum mais bonito do planeta, não revelou o valor da apólice, paga pela marca de lingerie que elaborou o concurso responsável pelo título à modelo. Melanie afirma que conseguiu um bumbum perfeito graças a sua alimentação saudável e muita malhação.

Também para garantir o “patrimônio”, Gracy Kelly, conhecida como Mulher Maçã e se considera a rainha do bumbum, também fez o mesmo, o valor da apólice é de um milhão de reais.

Mas muito antes de Melanie e Gracy, Carla Perez e Suzana Alves (Tiazinha), já criaram polêmica ao deixarem as nádegas asseguradas. Leoncio de Arruda, Presidente do Sindicato dos Corretores de Seguros (Sincor -SP), que acompanhou o processo de Carla Perez, lembra de outros como de Lilian Ramos, modelo envolvida no episódio da Sapucaí com Itamar Franco, que fez seguro dos seios. Há também Claudia Raia, que assegurou as pernas em troca de divulgação da seguradora, e ainda a própria Carla Perez, que chegou a pagar apenas 45 mil reais durante um ano e não renovou o contrato do seguro.


“Hoje também temos conhecimento dos seguros dos jogadores. Ele que asseguram as pernas e os clubes são os beneficiários. Se o jogador sofrer um acidente e não poder mais jogar, a seguradora indeniza os clubes”, acrescenta.

Conforme o presidente, para se chegar ao preço da apólice existe uma série de critérios. “Essa avaliação tem a ver com a profissão da pessoa e o que a parte do corpo representa para o seu faturamento. Não existe uma avaliação pronta, mas uma associação com o que o profissional já ganha e o que vai perder”, completa.

Por Juliana Lopes

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