A trajetória de Juliana Veloso

A trajetória de Juliana Veloso

Foto Divulgação

Juliana Veloso, seis vezes campeã sul-americana em saltos na plataforma, é a única mulher na equipe brasileira de saltos ornamentais. Essa é sua terceira Olimpíada. Na manhã dessa quarta-feira, às 8h (horário de Brasília) Juliana disputa sua primeira prova em Pequim na plataforma de 10 metros.

A atleta, que se divide entre oito horas diárias de treinos e a faculdade de jornalismo, tem uma trajetória bem peculiar. Filha de atletas, Juliana foi desde pequena incentivada a praticar esportes. Ela integrava uma equipe de natação e outra de ginástica quando aos oito anos teve que escolher uma das duas modalidades. Então, optou pela ginástica, sua paixão.

O interesse pelos saltos ornamentais começou quando foi assistir ao irmão, Gustavo Veloso (ex-saltador), no Campeonato Brasileiro de Saltos Ornamentais. Em pouco tempo foi chamada por Celina Braga, técnica do Fluminense na época, para competir pela equipe mirim. De cara, ela saiu da piscina vitoriosa, mas mesmo assim não pensou em mudar de esporte.

Só em meados de 1992 Juliana se deu conta de que tinha talento para a coisa. Resolveu arriscar e começou a treinar com mais afinco. Seus pais, ambos atletas da mesma modalidade, eram sua maior motivação. Juliana queria orgulhá-los.

Depois de participar de inúmeros campeonatos, foi em 2001 que a esportista começou a ganhar maior destaque. Em Fukuoka, no Japão, tornou-se a primeira atleta brasileira a alcançar a final de um Mundial. Em 2003, Juliana Veloso se classificou em segundo lugar nos saltos na plataforma e foi a primeira brasileira a conquistar uma medalha nesta categoria em um Pan-Americano.

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Fonte - MBPress

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