Astrid Fontenelle - casamento em primeiro lugar

foto divulgação

No final do ano passado, a apresentadora Astrid Fontenelle surpreendeu os diretores do programa “Happy Hour”, do canal fechado GNT, com a decisão de não prolongar seu contrato com a empresa global. Astrid deixou a atração dizendo que estava cansada da ponte área Rio-São Paulo e queria cuidar do seu casamento com o empresário Marcelo Checon.

“Coloquei meu casamento em primeiro lugar. As pessoas se preocupam muito pouco em preservar a família, se casam e separam no mesmo pique. Eu não queria isso pra mim. Conversamos muito sobre nossos trabalhos, mas adoramos estar em casa pra jantar juntos. Na real, o trabalho não me impede de fazer isso, mas a questão é que o trabalho era no Rio e moramos em São Paulo. Estávamos nos distanciando e isso não estava bom nem pra mim, nem pra ele. Quero trabalhar, mas em São Paulo”, diz a apresentadora.

A atitude de Astrid Fontenelle chamou a atenção da imprensa e dos seus próprios fãs. Tanto que o relacionamento da apresentadora e do empresário virou notícia nos principais sites e revistas de fofocas.

Astrid e Checon se conheceram em 2005, no meio do trânsito paulistano. “Era véspera de um feriado de Finados e o trânsito estava infernal, tudo parado na região do estádio do Pacaembu. Eu voltava do trabalho toda tristinha, quando ouvi no rádio uma música que me fez lembrar um relacionamento muito ruim do qual eu tinha acabado de sair. Foi o que me motivou a começar a rezar. Comecei a "conversar" com Oxum, que no Candomblé é a representação do amor, da maternidade. Ficava perguntando pra Oxum se não estava na hora de eu ter um cara bacana, que me respeitasse, me amasse de verdade e quisesse ficar comigo pra sempre. Foi olhar para o lado e lá estava o Marcelo me olhando”, relembra ela.

O empresário, então, pediu para a apresentadora abaixar o vidro e iniciou uma conversa. “Eu falei que voltava do trabalho, porque feriado era coisa pra playboy (provocando!). Para minha surpresa, ele já falou que não era playboy porque também iria trabalhar e me perguntou o que eu fazia. Pronto, adorei! O cara não sabia quem eu era, portanto não tinha nenhum pré-conceito formado sobre a minha pessoinha. Daí paramos num posto de gasolina, trocamos telefones e o danado ainda demorou três dias pra me ligar para sairmos pra jantar”, conta Astrid.

Fonte - MBPress