Traição na web é um passo para a pulada de cerca offline?

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Muito se fala nessa polêmica: fletar na internet é considerado traição? A questão é que pesquisas recentes apontam que a web pode ser a culpada da traição física. Segundo uma pesquisa realizada nos EUA, 30% dos entrevistados confessaram terem traido seus parceiros na vida real após manter relacionamentos sexuais online e consumir pornografia na web.

E a traição parece ser tendência em todo o mundo. Só no Brasil, o número de traidores subiu de 51% para 68% entre homens e de 26% a 42%, de 2003 a 2008, segundo a Ashley Madison, uma rede social canadense voltada para o público comprometido que procura um affair, já tem mais de 3,5 milhões de usuários cadastrados.

De acordo com os estudos, a internet é a grande culpada do aumento do número de traições no mundo. Ela dá oportunidade a quem quer trair e não tinha coragem até então, ajuda até os mais tímidos a flertarem e faz os pombinhos manterem contato com facicildade. Imagina como era trair na época em que telefone era a única maneira de falar com alguém?

Além da internet, tem outro fator que colabora para o aumento da traição; a independência da mulher. Elas ficaram mais exigentes com os parceiros e hoje têm mais ousadia para trair do que na geração das nossas avós. A maioria das mulheres só trai quando está insatisfeita ou desiludida com o seu relacionamento. Você concorda?


Por Caroline Sarmento

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