Morar junto?

Morar junto

Morar com o namorado ou namorada é uma decisão importante e que merece muita conversa e análise. Alguns casais têm a ilusão de que sabem o que é viver na mesma casa, baseados em algumas viagens que realizaram. Entretanto, conviver sob o mesmo teto é muito mais complexo do que qualquer situação que os dois já tenham vivido: requer diálogo, flexibilidade e uma boa dose de adaptação.

O carioca Marcio Lima, de 31 anos, e a paulista Ana Carolina Mello, de 27, namoram há 3 anos. Começaram a viver juntos, na casa dos pais dela, em abril de 2006, quando Marcio se mudou para São Paulo. Era para ser temporário, mas acabou durando mais do que o planejado. “No princípio seria um tempo até ele encontrar um apartamento na cidade. O tempo foi correndo e quando vimos, um ano já havia se passado. Foi então que resolvemos procurar um apartamento para nós dois morármos, porque gostávamos de ficar juntos e achamos difícil vivermos separados depois deste tempo todo. Juntamos os ‘trapos’ em julho de 2007”, conta Ana Carolina.

A história do bancário Gabriel Barsali, de 20 anos, e da recepcionista Chelidy Rodrigues, de 19, não foi muito diferente, mas aconteceu de forma mais rápida. O casal começou a namorar em março de 2007, e mora junto desde outubro do mesmo ano. Chelidy morava no interior de São Paulo e os dois só se viam de duas em duas semanas. “Surgiu a oportunidade de ficarmos juntos e nós entramos de cabeça”, ela explica.

Conviver 24 horas por dia tem seus pontos positivos e negativos. Quem passa, ou já passou, pela experiência aponta a proximidade, privacidade e o tempo juntos como as maiores vantagens. Já entre as desvantagens estão o custo, as maiores responsabilidades e a “obrigação” de agüentar o mau humor do parceiro caso aconteça algum problema. Acostumar a ficar longe da casa dos pais também pode ser difícil no começo, mas nada que não possa ser resolvido.

Colocando todos os fatores na balança, o saldo é positivo. “Esta experiência tem sido muito gostosa. Tem os momentos ruins, tensos, mas nada que nos faça querer voltar atrás”, afirma Gabriel. “É tudo muito bom, quando você encontra alguém especial”, completa Marcio. Entre os planos futuros, estão os filhos. “Queremos filhos com certeza”, diz Ana Carolina. Questionados sobre a possibilidade de voltar a viver em casas separadas, todos foram taxativos: nem pensar!

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Fonte - MBPress

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