E quando bate a preguiça no relacionamento?

A preguiça que o amor traz

A preguiça de um amor tranquilo também é boa, basta aproveitar com sabedoria. Foto: © Rob Lewine/Corbis

Amar é bom, aliás, extraordinário, ser correspondido, melhor ainda. É assim mesmo. Mas isso é o começo. E daqui a alguns anos quando você estiver tranquila e segura? Será que sentirá preguiça? Será que ainda sentirá essas coisas tão boas? Como podemos saber?

Ao saber que cair na rotina vai acontecer de uma forma ou de outra, as mulheres acabam inventando mais "moda" para manter a cama quente e o entusiasmo no coração.

Mesmo assim, manter o ritmo do começo do relacionamento é difícil, para não dizer impossível, e isso não tem a ver com especificamente com homem ou mulher, é uma questão de tempo, de rotina e das circunstâncias normais da vida de todos.

O amor nos tranquiliza, nos dá mais força em meio a um mar de incertezas, o exercício da conquista se torna um jogo diferente, ficamos mais pacatos e isso pode nos deixar um pouco acomodadas.

Mesmo que por um tempo talvez, nos damos um tempo para não ter que exercer nosso poder de sedução, de atração e de fêmeas fatais. E isso também pode ser bom, e não ser necessariamente uma preguiça, e se for, tudo bem. Assuma e siga em frente.

Todo mundo sente o desgaste e a tal "preguiça" na própria pele em algum momento da vida, e para vencer isso, só o companheirismo, a cumplicidade e uma boa dose de bom humor.

Que atire a primeira pedra quem nunca sentiu uma preguiça imensa de seduzir e de bolar planos sexuais ousados, muitas vezes, queremos apenas voltar para casa e receber um cafuné, não é mesmo caras leitoras? Até aí todas sabemos bem como é.

A mágica está em rir um pouco disso, e conseguir atravessar esse período, da melhor forma, para o que virá depois, pois é claro, que outros dias bem mais excitantes virão.


Por Giseli Miliozi

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