Ciúme - o inferno do amor possessivo

Ciúme  o inferno do amor possessivo

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O ciúme é o tempero do amor, anuncia um ditado popular. Pode ser, mas como todo tempero, se a quantidade for algo mais que uma ou duas pitadas, estraga o prato. Ciúme demais nunca foi, nem será saudável para um relacionamento amoroso. Ele denota insegurança e possessividade, que nada têm a ver com amor, eles têm a ver com problemas de que nutre tais sentimentos.

Quando nos apaixonamos e estamos sendo correspondidos, a felicidade e a euforia é tão completa que o ciúme pode até aparecer, mas ele não encontra terreno fértil pois estamos inebriados. Ele aparece quando as coisas não estão bem, pelo que tenho observado, e por experiência própria. Pode ficar de olho e perceber.

Algumas pessoas têm a falsa sensação de que precisam saber de tudo sobre o outro, cada passo, há pessoas que gostariam de poder de controlar até mesmo as emoções, e que o menor olhar para o lado, ou qualquer amizade com alguém do sexo oposto pode ser uma grande ameaça. Isso não pode ser normal. E algumas vezes, o ciumento pode precisar da ajuda de um profissional. Se você é o (a) cimento (a) descrito acima, pare e analise se isso realmente contribui para a sua felicidade e a da outra pessoa.

Ter ciúme em excesso é ruim, mas, nem é o pior, ele gera outras conseqüências, como a perda da auto estima, e uma ansiedade constante que vai impedir de você de viver os aspectos mais gostosos do relacionamento, por causa da desconfiança constante. O medo de perder a atenção, e a tão desejada exclusividade. O erro do(a) ciumento(a) é esquecer de si mesmo, e focar toda a sua felicidade e objetivos da vida no outro.

E você, já teve esse sentimento dentro de você?

Por Giseli Miliozi

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