Casais como Eduardo e Mônica

Casais como Eduardo e Mônica

Foto/Reprodução

O próximo domingo (12) é dedicado aos casais apaixonados. Tanto faz a fase ou o tempo de relacionamento. O importante é que os dois estejam com o coração batendo forte e que não deixem a data passar em branco.

Uma operadora de telefonia celular entrou no clima e fez uma homenagem bem bacana para os casais e a famosa música "Eduardo e Mônica", da banda Legião Urbana, que completa 25 anos. A letra criada pelo poeta Renato Russo conta que as diferenças ajudam a unir os casais. Pelo menos na ficção. Mas e na vida real, será que elas são tão legais assim?

Na opinião da Dra. Margarete Volpi, psicoterapeuta familiar e de casal e fundadora do Instituto Volpi & Pasini, tudo depende do acordo feito entre as partes, uma vez que conjugalidade e individualidade precisam sempre andar de mãos dadas para que o relacionamento dê certo.

"Há pessoas que querem se completar por meio do outro, buscando no parceiro uma característica que admira, mas que não fazem parte de sua própria personalidade. Algumas diferenças ajudam os casais a se completarem. E quando elas são respeitadas só tendem a acrescentar ao relacionamento", afirma.

A estudante de Jornalismo Ana Carolina Maciel, de 23 anos, sabe bem o que é isso. Há um ano e oito meses, ela namora Maik Martins Alves, de 20 anos. Ela adora frequentar micaretas e barzinhos com os amigos. Enquanto ele curte música eletrônica, é caseiro e prefere ficar em casa assistindo a um bom filme.

Dispostos a lidar com as diferenças e manter o relacionamento, os dois fizeram alguns acordos. "No ano passado eu fui a todas as festas eletrônicas que ele queria. E como o Maik nunca foi a uma micareta, este ano iremos a todas que eu escolher", explica Ana Carolina.


Aos fins de semana, a programação é alternada. Um dia, os dois saem para encontrar os amigos no barzinho. Em outro, eles ficam em casa juntinhos. "Um relacionamento não dá certo se somente uma das partes puder fazer o que quiser. E como meu namorado é muito bonzinho, a gente conversa e evita brigas", explica.

Por Juliana Falcão (MBPress)

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