Pai pode participar do parto

Pai pode participar do parto

Desde 2005 uma lei garante a futura mamãe o direito de ter um acompanhante no momento do parto. Esta pessoa pode ser tanto o pai do bebê, como qualquer outra pessoa. Alguns hospitais, inclusive, incentivam os pais através de equipes de enfermagem especializadas.

Segundo a gerente de Enfermagem do Hospital Nossa Senhora das Graças, Fernanda Menezes Proença, a lei proporciona que ambos vivenciem e acompanhem todos os cuidados com o bebê, recebendo orientações necessárias para a saúde dele. "Possibilita também que o bebê sinta segurança, pois ao nascer ele irá se deparar com um mundo totalmente novo e esse contato imediato com os pais facilita essa adaptação", esclareceu.

Nos casos de pais de primeira viagem, uma equipe de enfermagem especializada reforça a importância da sua participação, seja nas consultas médicas durante a gestação, no Curso de Gestantes ou mesmo no momento do parto. "Antes do parto, o pai fica em uma sala especial e é chamado na hora em que o bebê está quase para nascer", contou a enfermeira.


O casal pode registrar com máquinas fotográficas e filmar, contratando, se preferir, uma empresa contratada e indicada pelo HNSG. O bebe permanece na Sala de Atendimento ao Recém-Nascido por 1h30 aproximadamente após o nascimento. Neste local ele recebe os primeiros cuidados, primeiras vacinas (Hepatite B e Kanakion, que evita sangramento umbilical), banho e são registradas suas medidas. Depois, ficará em uma incubadora. O contato coma mãe para estímulo da amamentação vem em seguida, e todos esses momentos podem ser acompanhados pelo pai, segundo a enfermeira do HNSG. Conte nos a sua história sobre seu parto, e como o pai do seu filho se comportou na ocasião.

Por Catharina Apolinário

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