Mortalidade materna cai 43% no Brasil

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No próximo dia 28 de maio é comemorado o "Dia Nacional de Redução da Mortalidade Materna". Para registrar a data, temos um dado animador. Segundo um novo relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil registrou uma queda de 43% na proporção de mortes de mães.

A redução foi contabilizada no período de 1990 e 2013, em linha com a redução da mortalidade materna no mundo.No geral, as gestantes morrem de complicações durante ou após a gravidez e o nascimento do bebê.

Muitas dessas complicações se desenvolvem durante a gravidez. Outras podem existir antes dela, mas são agravadas durante o período em que a mulher carrega o bebê dentro de si. As maiores complicações que respondem por 80% de todas as mortes maternas são:

- Sangramento severo (provável após o nascimento do bebê);

- Infecções (normalmente após o nascimento do bebê);

- Pressão alta durante a gravidez (pré-eclâmpsia ou eclâmpsia);

- Aborto clandestino.

Já casos de óbitos relacionados a hipertensão na gravidez, infecção puerperal, complicações no trabalho de parto, abortos e hemorragias são relacionados à função reprodutiva. Eles são os próximos da lista, apesar de serem facilmente previsíveis através de adequada assistência nas fases de pré-natal, parto e puerpério (pós-parto).

A importância do pré-natal

Pré-natal e planejamento familiar são fatores decisivos na redução da mortalidade materna. Monitorar o período fértil feminino é um ótimo aliado na hora de engravidar e, ainda, pode dispensar tratamentos de fertilização.

Prevenir a gravidez indesejada, escolher o intervalo entre as gestações e evitar gestações de alto risco, são fatores que o planejamento familiar proporciona ao casal, resultando uma melhor qualidade de vida. Se você pretende engravidar, consulte seu médico, e prepare-se. Com dedicação e amor, mãe e bebê estarão protegidos.


Por Vila Mulher

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