Hiperêmese gravídica, a complicação da gravidez de Kate Middleton

Condição causa excesso de náuseas e vômitos durante a gestação, impedindo a gestante de comer adequadamente
familia real

Kate e William com seus filhos Charlotte em cerimônia de aniversário de Elizabeth II (Foto: Chris J Ratcliffe / AFP)

Um terceiro filho vai iluminar a vida dos duques de Cambridge, William e Kate Middleton. O comunicado foi emitido após Kate Middleton ter sido obrigada a cancelar um compromisso nesta manhã por estar com hiperêmese gravídica, fortes enjoos que ocorrem em mulheres grávidas e que ela já havia tido nas outras duas gestações. 

De acordo com Livia Pondorf, ginecologista e obstetra do Hospital e Maternidade São Luiz, em São Paulo, os principais sintomas são as náuseas e os vômitos intensos e frequentes, que causam desconforto à gestante dificultando a rotina, mas não têm uma causa específica.

Enjoos

Em condições normais, os enjoos na gravidez são considerados saudáveis, segundo Livia – 80% das mulheres sentem o mal-estar durante as sete primeiras semanas. Em alguns casos, enjoos leves podem permanecer até doze semanas ou até o final da gravidez.

No entanto, a hiperêmese é rara: afeta cerca de 5% das gestantes. Se os vômitos excessivos não forem tratados, podem levar à perda de peso, de nutrientes e eletrólitos.

Tratamento

O tratamento consiste em alterações nutricionais básicas, como alimentar-se de forma fracionada, aos poucos e frequentemente, com alimentos frios e secos, que causam menos enjoo. A ingestão de líquidos também é importante para evitar a desidratação. Além disso, a adição de limão na água e gengibre na alimentação (que pode ser a partir de suplemento ou fonte alimentar) também ajuda.

Caso a alimentação não seja o suficiente para evitar o mal-estar, a desnutrição e as dores que podem surgir com o esforço ao vomitar, o médico pode indicar medicamentos específicos para as náuseas, como antieméticos e anti-histamínicos.

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