Natal, além do apelo comercial

Nem é dezembro e o comércio já apostou no Natal... Lojas e ruas enfeitadas e o bom velhinho circulando, nos dá não só alegria, mas também um certo desespero ao lembrar-se de tudo o que ainda temos que fazer ainda esse ano que já está acabando... Sem contar a alegria do recebimento do 13º salário, seguido da dúvida e tristeza em ver que ele não será suficiente para quitar as dívidas e ainda comprar todos os desejos do Natal!

Mas nem tudo é dúvida e tristeza no Natal, pelo contrário, essa data deve ser celebrada com muita alegria por todas as famílias, principalmente as que tem crianças.

Para os pequenos, inicie escrevendo a cartinha do Papai Noel com antecedência, diga que o Pólo Norte é longe e temos que garantir que chegará, você conseguirá se programar para a compra do presente e evitará da criança ficar mudando de idéia todos os dias, e na maioria das vezes piorando a escolha, pois ela estará sendo influenciada pelas propagandas dos lançamentos que são mais caros.

Vale manipular sim, dizer que esse tipo de brinquedo não é feito lá na fabrica do Noel, entre outras desculpas, o que não pode é a criança se aproveitar da data para “falir” os papais com desejos que muitas vezes não durarão até o próximo Natal.

O mais interessante para se curtir nesse momento é o encontro com os familiares, a montagem da árvore de Natal, o envio de cartões para as pessoas queridas e um cardápio que agrade a todos os convidados, e se a idade do seu filho permitir, faça com que ele participe de cada uma dessas etapas, vivenciando a verdadeira importância dessa data hoje tão comercial.

Michelle Maneira é pedagoga, com pós-graduação em psicopedagogia e especialização em tecnologias educacionais, professora de educação infantil da rede pública.

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