Matemática não é um bicho de sete cabeças

Matemática não é um bicho de sete cabeças

Foto: commoncoreconnectionusa

Matemática sempre foi um monstro de sete cabeças para a maioria dos estudantes, porém, a disciplina é extremamente necessária para entendermos tudo o que acontece ao nosso redor. Em São Paulo, a Escola Santi aproveita itens da rotina diária infantil para facilitar o aprendizado dos alunos.

"Os alunos aprendem ao longo dos anos o raciocínio lógico, calcular mentalmente, operar finanças, aproximar resultados, relatividade matemática entre outras funções que são aplicadas ao dia a dia", explica a coordenadora da Escola, Elaine Ruiz.

Para desenvolver o raciocínio lógico, a escola utiliza jogos pedagógicos, fazendo com que o aluno exercite a capacidade de pensar e se expressar matematicamente, interpretando dados, resolvendo problemas e criando estratégias. Desta forma, a matemática se torna algo mais real para eles, deixando de ser só um conjunto de técnicas para calcular.

"Sabemos que as crianças possuem necessidades distintas entre si, por isso não podemos fornecer ‘receitas mágicas’ para o ensino de matemática, mas sugerir atividades que podem ser recriadas e modificadas, de acordo com a realidade em que está sendo trabalhada", detalha Eliane.

Para os pequenos, foi desenvolvido um projeto especial, intitulado "Cofrinho". Ao longo do ano, os alunos trazem suas moedinhas e no final, contam quanto têm e optam pelo que fazer com o dinheiro. "Geralmente as crianças compram um café da manhã e convidam os pais ou avós para participarem", diz a coordenadora.


Com essa atividade, desde cedo, os estudantes desenvolvem habilidades importantes da matemática - contar e somar, bem como planejar gastos e exercitar o raciocínio lógico. Com sede no Paraíso, a Escola Santo Inácio foi fundada em 1969, passando por diversas transformações até que, em 2009, se solidificou como Escola Santi, de educação infantil e ensino fundamental.

Por Carmem Sanches

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