Maio, mês das mães!

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No final de semana que se aproxima, um dia especial. Domingo, 09 de maio, Dia das Mães!

 

Uma data festiva de caráter comercial. Sim, pois Dia das Mães é todo dia! A mulher não ficou grávida por apenas um dia. Os enjôos, a transformação do corpo, as dores do parto. Acontecimentos que não se deu em apenas um dia.

 

Em um dado momento da vida da mulher, preparada para conceber, para gerar uma vida, acontece a união entre ela e o pai biológico da criança. Claro, contar a história apenas dessa forma, foge dos acontecimento atuais, com a evolução da ciência. Hoje, independente da participação masculina na relação sexual para procriação, a mulher pode decidir ser mãe indo a um laboratório de fertilização, escolher um semén de algum doador, fertilizar seu óvulo e gerar em seu ventre uma ou mais crianças. Ou ainda, a mulher pode entrar numa fila de adoção e esperar anciosa pela possibilidade de cuidar de uma criança como se tivesse gerada dentro de seu ventre.

 

A forma, a maneira da mulher ser mãe são muitas. A maneira de uma criança se desenvolver dentro do ventre materno é uma só. No que diz respeito a estar dentro do ventre materno.

 

Por, aproximadamente, 9 meses a criança se desenvolve dentro do útero da mulher. Desenvolve as características de seus pais biológicos. Desperta na mãe, seu abrigo seguro e primeiro, sentimentos, emoções e desejos, por vezes incompreendidos. São momentos vividos que não podem ser lembrados por nós, enquanto filhos. Quem pode dizer com toda certeza: ?quando era um feto, fiz isso ou aquilo na barriga de minha mãe?? Esse momento, é único e exclusivo da mulher. Do ser que foi escolhido por Deus para gerar uma vida. É o momento exclusivo da mulher que se transforma em Mãe. Será que é de propósito? Será esse intervalo de tempo uma espécie de curso de maternidade? Uma coisa é certa. É um momento de transformação da mulher.

 

Ela é capaz de lembrar a primeira vez que nos mexemos, quanto tempo durou os enjôos, os desejos, as alterações de humor, a ansiedade pela chegada da criança, a primeira peça de roupa que comprou, o primeiro objeto. E as mudanças não param! De menina, de mulher, começa a nascer um sentimento de guerreira, um sentimento de superprotetora, um desejo de estar a todo instante ao lado do pequeno ser que gera dentro de si. É a mudança. Isso só acontece nas mulheres que se tornam Mães.

 

E quando nascem os filhos!?! Uma explosão de sentimentos acontece! As dores que antecedem o surgimento do bebê, é como uma espécie de prova final para os meses de curso. Ao suportar a dor, ao desejar que seu bebê nasça a mulher recebe, enfim, o carimbo de mãe. E, quase que institivamente, mãe e filho tem um único desejo: unir-se no ato mais lindo que uma mãe é capaz de realizar. Dar de mamar! Esse momento mágico é para ambos. A criança tem seu primeiro contato externo com aquela que foi, durante alguns meses, a sua protetora. Aquela que ele só ouvia a voz, a batida do coração, e sentia as emoções dela.

 

Esse texto, foi escrito por mim, Tereza Morais. Nunca fui mãe. Pretendo um dia ser. Como sei dessas coisas descritas aí em cima? Sou filha e tenho amigas mães. E uma delas, minha amiga Joelma, deu-me a filha Laís Cristina para batizar. E, acompanhei a gravidez inteira de minha amiga. Para se ter uma idéia, depois do pai da Laís, fui eu a primeira a saber que ela estava grávida.

 

Foi a forma que encontrei para relembrar a todos a importância desse ser em nossas vidas. Nossas mães. Pode ser que em muitos momentos, a achemos chata, careta, birrenta. Mas, pode ter certeza de uma coisa: ela faz pensando unicamente em nosso bem.

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