Garatujas (rabiscos) dos pequenos é tema de estudo

Rabiscos dos pequenos é tema de estudo

Além de brinquedos coloridos e cheios de luzes, lápis são outros objetos que fazem os olhinhos das crianças brilharem. Com pouca coordenação, mas muita criatividade, elas criam rabiscos aparentemente indecifráveis para nós, adultos, mas que para elas têm total sentido.

Estes rabiscos, conhecidos como garatujas, se tornaram tema de estudo da psicóloga e educadora norte-americana Rhoda Kellogg. No livro "Analyzing Children's Art" (Analisando a Arte das Crianças), ela reuniu cerca de oito mil desenhos feitos por crianças de até quatro anos de idade.

Pelo estudo de Rhoda, os rabiscos tornam o ser humano capaz de externar sentimentos e sensações. Ela também defende que o tipo de rabisco muda conforme nós amadurecemos nosso jeito de ver o mundo. Começamos com rabiscos básicos, depois evoluímos para círculos, espirais e assim por diante.


Este é um dos motivos pelos quais educadores e psicólogos aprovam atividades que estimulem as crianças nos primeiros anos de vida. Quanto mais informação ela tiver, mais rabiscos, ou melhor, garatujas, ela vai criar, passando para o papel sua forma de ver e entender o mundo.

Por Juliana Falcão (MBPress)

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