Existe idade para deixar de acreditar em Papai Noel?

Olá amigas!

Não há quem duvide que a época mais mágica do ano é o Natal. Somos 'consumidos' por uma energia positiva que parece deixar tudo mais bonito, mais leve, mais emocionante... As luzes tomam conta das ruas e o espírito natalino naturalmente nos deixa mais sensibilizados e amorosos. Chega então a tão esperada data, a comemoração do natal, em sua real simbologia, ceia farta, orações, confraternizações e claro, presentes!

E é quando falamos em presentes que chega a pergunta que não quer calar em muitos lares, dizer ou não para os filhos que Papai Noel de fato, não existe?

Algumas pessoas afirmam que a figura do Papai Noel existiu de fato, por volta dos anos 300 a.C. e atendia pelo nome de Nicolas, era um homem bom, que distribuía saquinhos de ouro pelas chaminés em um lugar chamado Myra, na Turquia e depois santo, mais conhecido como Santa Claus. Entretanto, alguns céticos, são enfáticos ao dizer que a figura do bom velhinho de roupa vermelha e barba branca não passa de uma estratégia de marketing. Seja lá como for, muita gente acredita em Papai Noel, especialmente as crianças, e nutrem por essa figura simbólica do natal, um afeto incondicional.

Entretanto, crianças, especialmente as menores, que tenham de 2 a 7 anos de idade, acreditam na bondade do bom velhinho, pedem presentes, escrevem cartinhas e tudo mais. Psicólogos inclusive afirmam que deixar as crianças acreditarem, seja em Papai Noel, Coelho da Páscoa, Fada do Dente, etc, estimula a criatividade e ajuda os pequenos a se tornarem adultos mais inteligentes. Mas, até quando é saudável deixar que a criança acredite?


De certa forma, o próprio desenvolvimento da criança, a faz perceber que tudo não passou de fantasia e ela acaba percebendo por si só, que são seus pais e tios que compram os presentes e que eles não aparecem como mágica na lareira de casa. O medo de muitos pais é que a criança se frustre ao saber que foi enganada por tanto tempo, entretanto, os pais devem encarar como uma fase do crescimento natural e formação do ser humano, e explicar à criança que ela não foi enganada, apenas está crescendo e esses seres mágicos não fazem mais parte de sua vida.

O ideal, é que os pais sempre conversem com a criança e aos poucos vão inserindo a realidade do Natal e explicando que muito mais do que pedir e ganhar presentes, a magia está na reunião da família, na confraternização com os amigos, etc. 

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