Diabetes infantil pode surgir com alimentação de férias

Diabetes infantil pode surgir com alimentação de f

Crianças podem ter predisposição para o diabetes. Portanto uma alimentação balanceada, atividades físicas e o monitoramento através de autotestes são práticas fundamentais para garantir uma boa infância aos seus filhos. Falar de diabetes infantil é um assunto sério e muito delicado. Mas não há motivos para desespero. Porém, vale lembrar que as férias são grandes vilãs para agravar casos de diabetes infantil.

Durante as férias muitos pais acabaram cedendo às vontades dos filhos deixando que eles comam tudo aquilo que desejam como doces, frituras, enfim os carboidratos, que são encontrados no sangue em forma de glicose. E o excesso destes alimentos pode causar a doença.

Dra Carolina Ynterian, bioquímica e diretora da linha Confirme, explica que existem dois tipos de diabetes, a do tipo 1 e a do tipo 2. O diabetes tipo 1 é o mais comum em crianças, pois pode surgir desde as primeiras semanas de nascimento até os 30 anos, mas é entre os 5 e 7 anos, durante a puberdade que mora o perigo e a atenção precisa ser redobrada. Já o diabetes tipo 2 é hereditária e acontece quando as células resistem à ação da insulina, mesmo que sua produção seja normal.

Com a elevação da taxa de obesidade infantil associada a uma vida sedentária e com maus hábitos alimentares, esse tipo de diabetes aumentou consideravelmente entre as crianças.

Diagnóstico

Diante desse quadro é preciso ficar atento agora que as férias terminaram. Quanto mais cedo o diabetes for detectado, menores são as chances de complicações futuras. Deve-se então notar sintomas do diabetes infantil (sede, aumento de fome e emagrecimento, aumento do número de vezes em que urina, mal estar, sonolência, fraqueza, tonturas, câimbras e formigamentos).


Os testes podem ser feitos em hositais, mas existem também testes de farmácia. O ideal é procurar um médico e seguir as recomendações. Em longo prazo, a doença causa perda de visão, derrame, infarto, hipertensão, impotência sexual, doenças pulmonares e insuficiência renal.

Por Catharina Apolinário

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