Dia das Crianças: cuidados ao comprar brinquedos

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Foto: Corbis

Para auxiliar os pais na hora de comprar brinquedos para o Dia das Crianças, selecionamos as principais recomendações do Procon, o órgão de defesa do consumidor. É importante levar em conta não só a vontade das crianças, mas principalmente a segurança delas.

Antes de tudo procure comprar brinquedos em estabelecimentos confiáveis. O mercado informal oferece produtos com mais riscos de falsificação e muitas vezes não existe um fornecedor responsável facilmente identificável. Não há a emissão de nota fiscal nem garantia, o que dificulta reclamar junto aos órgãos de defesa do consumidor.

Um critério fundamental a ser considerado é verificar se o produto é certificado pelo Inmetro, indispensável para todo brinquedo comercializado no Brasil, nacional ou importado. A certificação, obrigatória para brinquedos destinados às crianças de até 14 anos é a garantia de que eles foram aprovados em todos os testes que simulam situações do cotidiano.

O selo do Inmetro e de outros organismos certificadores pode vir impresso ou em etiqueta autoadesiva na embalagem, afixado no brinquedo ou ainda em etiquetas de pano, como no caso de bonecos de pelúcia.

A embalagem dos produtos e o manual de instruções precisam informar a faixa etária a que se destina o brinquedo, eventuais riscos que apresenta, número de peças, regras de montagem, modo de usar, se faz parte de uma série ou coleção e trazer de forma clara a identificação do fabricante ou do importador. É importante ler as instruções e retirar o brinquedo da embalagem antes de entregá-lo à criança, principalmente para aquelas com menos de três anos de idade.

Além de destacar a questão financeira na hora da aquisição e a importância da pesquisa de preços e das condições de pagamento, considere ainda se o presente comprado não vai gerar novas despesas, como no caso dos celulares ou de produtos que precisam de pilhas ou baterias.

Atenção às trocas

Procure se informar sobre a possibilidade de troca em razão do tamanho, cor ou modelo do brinquedo, mas essa informação deve constar explicitamente na nota fiscal ou na etiqueta da peça. Para evitar problemas, certifique-se quanto à possibilidade de troca e sempre teste os brinquedos na loja, principalmente os eletrônicos.

A troca do produto só é obrigatória se a mercadoria apresentar vício de qualidade ou defeito de fábrica. O prazo para troca no caso de defeito é de 90 dias. O Procon alerta também que pode haver negociação do estabelecimento junto ao consumidor no caso de arrependimento. Nestes episódios faz-se necessário que o estabelecimento comercial emita um acordo, que pode ser feito no próprio cupom fiscal.


O consumidor que tiver qualquer dúvida ou reclamação deve entrar em contato com o Procon de sua cidade.

Por Jessica Moraes

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