Atividades físicas para crianças com epilepsia

Atividades físicas para crianças com epilepsia

Foto: Hero Images/Corbis

Um levantamento feito pela Universidade do Novo México, nos EUA, apontou que os fetos expostos ao álcool, durante a gravidez, têm chances maiores de desenvolverem epilepsia. Os pesquisadores examinaram mais de 400 pessoas que têm a doença para chegar ao resultado.

A epilepsia não é contagiosa e não causa nenhum prejuízo intelectual, mas criança com a doença merece um cuidado especial. E a primeira atitude dos pais é comunicar às pessoas que têm convivência com os pequenos, especialmente à escola, para que fiquem atentos a qualquer manifestação.

Afastá-las de brincadeiras ou das aulas de educação física, por exemplo, não é recomendável, uma vez que a prática de atividades físicas é benéfica para o desenvolvimento da criança, como jogar futebol, vôlei ou ginástica. A natação pode ser feita desde que com acompanhamento.

Estima-se que cerca de 5% dos pacientes com a doença sejam crianças. As causas muitas vezes são desconhecidas, mas podem ser originárias de traumas na hora do parto. Alguns sinais que evidenciam a doença na infância vêm da escola, quando a criança apresenta falta de atenção atrapalhando o rendimento escolar.


Durante uma crise, os cuidados são semelhantes aos dos adultos. Em primeiro lugar, manter a calma. Depois, afrouxar as roupas, abrir espaço para que o pequeno não bater em algum móvel ou lugar e não se machuque, deitá-lo de lado para ajudá-lo a respirar melhor e impedir que a língua feche a garganta e impeça a respiração e não colocar nenhum objeto na boca. Só depois de a criança relaxar, busque socorro médico.

Por Natália Farah Flórido

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