Juíza dá exemplo e zera processos de adoção!

Juíza colocou como prioridade a reestruturação do lar e o resultado foi incrível!
Lívia Borges Zwetsch

“Juíza muito obrigado por nos dar uma chance”, dizia a frase escrita pelas mãos da menina que sofreu na pele a negligencia dos pais.Foto: Reprodução

Uma juíza que cuida dos processos de adoção na Casa Lar da Comarca, serviço de acolhimento provisório de crianças e adolescentes zerou o número de crianças abrigadas na instituição em Santa Rosa do Sul, Santa Catarina.

A ótima notícia veio da própria juíza Lívia Borges Zwetsch em entrevista à “Revista w3”. Ela contou que colocou como prioridade cuidar dos casos envolvendo reestruturação de lar de menor de idade ou, em situações que não há jeito de voltar para a família, adoção.


A profissional mostrou um desenho feito por uma menina de nove anos que se sentiu acolhida por Lívia. “Juíza muito obrigado por nos dar uma chance”, escreveu. A criança e seus quatro irmãos ficaram no abrigo por cinco meses, enquanto os pais, que negligenciavam os filhos, eram “conscientizados” dos seus deveres como provedores e educadores da família pelo instituto. Com a ajuda da Justiça, do Ministério Público e da rede de atendimento à infância e juventude, os cincos filhos voltaram para o lar.

Contudo, crianças que passaram por processos de adoção, através da Casa Lar, seguiram esse caminho, pois todas as possibilidades de mantê-las na família biológica com pais ou parentes próximos foram esgotadas, concluiu a assistente social da Comarca de Santa Rosa do Sul, Priscila Moreira Fabre.

Um olhar diferenciado pode mudar tudo!

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