Natação: diversão e saúde para os bebês

Muitas mães ficam impressionadas com o desempenho dos bebês logo nas primeiras aulas dentro da piscina. Adaptados ao meio líquido desde a gestação, eles não tem medo de permanecer debaixo da água e até conseguem executar vários movimentos. Alguns pediatras já liberam os bebês logo após o nascimento ou então depois de um ano. “Geralmente eu espero até três meses, pois existe um maior amadurecimento de muitas funções, como a imunidade”, opina o pediatra Ruy Pupo.

Além de ser uma ótima maneira de fortalecer o vínculo entre pais e filhos, cair na piscina previne doenças respiratórias, estimula o apetite e tranqüiliza o sono. Vanessa Marietto, personal trainer, afirma que este tipo de exercício melhora a circulação, o condicionamento físico e a capacidade pulmonar.

Assim como qualquer atividade física na água é preciso estar atento a algumas questões. Temperatura, por exemplo, não precisa ser muito quente, afinal, quando praticamos exercícios o nosso corpo esquenta e a temperatura se eleva. Pergunte se a água é sanilizada, processo que transforma sal em cloro ativo natural, mantendo o mesmo padrão de higiene, mas sem deixar a pele e os cabelos ressecados.

A personal trainer ainda alerta para a cor da água. “Turva ou esverdeada é sinal de tratamento inadequado. A água deve estar transparente de modo que seja possível ver os frisos dos azulejos”, explica. Confira se as bordas estão lisas, sem oleosidade e os azulejos quebrados.

Dê uma olhada na quantidade de alunos - no máximo dez por piscina, e ainda nos materiais usados em aula, como, bichinhos, bolas, brinquedinhos. Lembre-se, o exame médico deve ser obrigatório.

Por Juliana Lopes

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