Bebês prematuros: maiores chances de sobrevivência

Bebê prematuro

Estudos mostram que mães adolescentes ou aquelas que esperam para ter filhos depois dos 40 anos têm algo em comum. Esses dois grupos apresentam mais riscos de um parto prematuro. Uma pesquisa da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo realizada com jovens de Joinville (SC) revela que na população com mais de 20 anos, o risco de nascimento de um bebê antes do tempo é 1,6 vezes maior em comparação com as mães adultas.

Ainda sobre bebês prematuros, o Ministério da Saúde nos mostra outros dados importantes. À medida que cresce o número dessas crianças - entre 2000 e 2005 foi de 13% principalmente pela falta de exames pré-natais - a boa noticia é que muitas delas conseguem sobreviver após o parto.

A taxa de sobrevivência dos bebês com menos de 1,5Kg é de 80%. Já aqueles com menos de 1kg, o índice é de 50%. Isso acontece graças ao avanço das técnicas de pré-natais. Para se ter uma idéia, em alguns hospitais os médicos conseguem trabalhar com um limite mínimo de 23 semanas (cerca de seis meses de gestação) para salvar um recém-nascido.

Nos hospitais, os bebês precisam ficar dentro das incubadoras para conseguirem manter o oxigênio no organismo e ainda a temperatura suficiente a fim de aumentar o peso.

Caso contrário ele teria de gastar muitas calorias para conservar o calor e não conseguiria aproveitar o alimento que recebe. Não existe um peso mínimo pré-estabelecido para criança sair do hospital, isso acontece quando ela consegue ganhar peso normalmente - cerca de 20 ou 30 gramas por dia.

Por Juliana Lopes

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