Bebê prematuro de 470g sobrevive à desnutrição. Veja fotos!

A mãe da garotinha tinha com anormalidades na placenta e com isso, o bebê sofreu com a restrição de crescimento fetal. Hoje Mollie está totalmente recuperada!
Mollie Perrin bebê prematuro

Mollie nasceu tão pequena que seus braços passavam pela aliança do pai. Foto - CatersNewsAgency

Assim que soube que seu bebê não estava crescendo como o esperado, a mamãe grávida Stephanie Perrin ficou de coração partido. A filha da mulher britânica com seu marido James sofria de crescimento intrauterino restrito (CIUR), uma condição que não permitia que a criança ganhasse peso conforme a expectativa para sua idade gestacional.

Para salvar a vida da pequena Mollie Perrin, só havia uma alternativa diante do quadro delicado: realizar uma cesárea emergencial. "Mollie não estava sendo alimentada corretamente. Toda semana ela perdia peso e diminuía", disse a mãe ao DailyMail.


Mollie Perrin bebê prematuro

Foto - CatersNewsAgency

A garotinha nasceu pesando menos que meio quilo. O tamanho pequeno e a fragilidade do bebê preocupou e chamou a atenção dos pais, que tiraram uma foto comovente da menininha com a aliança do pai envolta ao braço.

Mollie Perrin bebê prematuro

Foto - CatersNewsAgency

Ela teve que passar por três semanas de tratamento intensivo para poder ser liberada do hospital e ir para casa com a família. Graças aos cuidados dos médicos e ao amor dos pais, que acompanharam tudo de pertinho, Mollie superou a desnutrição e conquistou um peso saudável.

"Foi um alívio levá-la para casa. A parte mais difícil era deixar o hospital sem levar nossa filha com a gente", disse o pai. 

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Saiba mais sobre problemas de crescimento em bebês

Existem algumas situações que impedem que o bebê cresça adequadamente. Confira:

  • Anormalidades na placenta;
  • Hipertensão crônica ou pré-eclâmpsia;
  • Anomalias cromossômicas do bebê;
  • Gravidez de gêmeos ou mais;
  • Tabagismo ou abuso de bebidas alcoólicas, drogas;
  • Infecções que o bebê pode pegar da mãe, como toxoplasmose, citomegalovírus, sífilis ou rubéola;
  • Uso de certas medicações, como anticonvulsivos;
  • Atividade física excessiva;
  • Estresse;
  • Desnutrição grave por parte da mãe;
  • Ao apresentar qualquer uma das condições acima, é extremamente recomendado consultar um obstetra para tratar cada problema adequadamente.

    Por Thamirys Teixeira

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