Viajar durante a Copa do Mundo vale a pena?

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Se você é um daqueles brasileiros que não idolatra o futebol e quer ficar alheio ao burburinho que será causado durante a Copa do Mundo ou se apenas espera uma boa oportunidade econômica para sair do país, essa pode ser sua chance!

De acordo com as expectativas, pode arrumar sua mala para o meio do ano, lá para junho ou julho, viajar na Copa vale a pena. Segundo a 2be Study Group, agência de viagem indicada ao prêmio internacional como uma das seis melhores do mundo, tudo indica que o dólar se manterá em queda, com média de R$ 2,20. "Outro fator a se levar em conta é que, até a primeira quinzena de junho, as passagens devem estar mais em conta, porque voos internacionais chegarão cheios de turistas e voltarão para seus países de origem vazios", explica Alessandra Brandão, diretora da agência.

Conforme um levantamento feito pela Qualiti Imóveis, consultoria imobiliária com 20 anos de atuação no mercado nacional e internacional, para os meses de maio, junho e julho são esperadas que 70% de casas e apartamentos em Orlando, Estados Unidos, sejam locados por brasileiros.

Para o diretor da Qualiti, Fabiano Neaime, enquanto muitos turistas estão chegando ao Brasil, outros brasileiros têm planos de deixar o país para curtir as férias longe do evento. "Já podemos ver promoções de passagens aéreas e pacotes internacionais com preços atrativos. A queda do dólar pode motivar a compra de passagens, pacotes e hotéis, principalmente se houver oportunidade de parcelamento. Quem puder vai deixar o Brasil para aproveitar, já que haverá boas oportunidades", afirma.

Entre as cidades mais procuradas estão Orlando e Miami, nos Estados Unidos, com opções para compras e entretenimento: "Com locações a partir de sete dias e até 6 meses, as casas chamam atenção de brasileiros, pois aqui há cultura de viajar em família ou grupo de amigos Por isso, este tipo de locação fica mais barata e abriga até 12 pessoas".

Com objetivo de garantir pacotes e preços em conta para a época, a agência TGK disponibiliza rotas alternativas para o Peru e a Patagônia em torno de 3 mil dólares cada.

Intercâmbio também vale?

Para quem deseja fazer intercâmbio, a agência tem mais de 1,5 mil tipos de cursos em mais de 400 escolas parceiras ao redor do mundo. "Os pacotes são para crianças, adolescentes e adultos que desejam dar um up no currículo ao aprender um novo idioma e até mesmo cursos de complementação profissional como os de educação financeira, planejamento de marketing, liderança, gastronomia e muito mais", conta Brandão.

Estas são as opções mais tradicionais, todas com quatro semanas de curso, acomodação e transfer de ida e volta: Irlanda - Dublin: R$ 3692; Inglaterra- Londres: R$ 6138,75; Malta - Sliema: R$ 5466,22; EUA - San Diego: R$ 6377,09; Canadá - Vancouver: RS 4953,15.


Por Alessandra Vespa (MBPress)

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