Terceira idade nas empresas

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O número de pessoas na faixa dos 65 anos ou mais não para de crescer. E com a expectativa de vida aumentando cada vez mais, resta saber se as empresas estão preparadas para o público da terceira idade, com ações para este público de potencial econômico bastante significativo.

Segundo estimativas das Nações Unidas, o mundo deverá ter cerca de 1,5 bilhão de idosos até 2050. Aqui no Brasil, de acordo com pesquisa realizada pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), o número de pessoas com mais de 50 anos promete superar os indivíduos de até 30 anos, em 2040.

Para o consultor Gilberto Wiesel, que é diretor do Grupo Wiesel, são poucas as companhias que, até agora, criaram novos serviços para esse público consumidor. Ele cita organizações como Intel e General Electric que estão desenvolvendo, em conjunto, tecnologias para ajudar idosos a manterem-se independentes. Outra empresa, fabricante de celulares, criou aparelho com teclas grandes e iluminadas, além de funções simplificadas.

Entender quais as principais características e demandas desses clientes será fundamental na visão do consultor. "Antes de tudo, é importante que as empresas respeitem o público idoso, entendam e, sobretudo, compreendam as necessidades das pessoas da terceira idade para, assim, desenvolver produtos e serviços que atendam a essa demanda específica", ressalta.


Um dos desafios das empresas, diz Gilberto, é conquistar a confiança deste público específico. Ele ainda aconselha aos empresários: "antes de colocar no mercado um serviço que acredita ser eficaz com os clientes idosos, pesquise de forma aprofundada os vários perfis de consumidores dessa faixa etária e inove no atendimento".

Por Lívany Salles

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