Que tal aplicar na Poupança?

Que tal aplicar na Poupança

Que a grana está curta não é novidade para a maioria dos brasileiros. Mas, economiza daqui, espreme de lá e o pouco dinheirinho que sobra pode se tornar o início do pé-de-meia tão necessário para o futuro. Como deixar guardado na gaveta significa lidar diariamente com a tentação e a maioria dos investimentos bancários exige um limite mínimo muito alto, o que dizer da velha e famosa Caderneta de Poupança? Os mais conservadores aprovam...

A rentabilidade não é reconhecidamente das melhores, mas a principal vantagem é não ter de pagar Imposto de Renda sobre o valor depositado, além de poder sacar a curto prazo sem grandes prejuízos.

Fato é que, entra plano econômico, sai plano econômico, e a Poupança continua consagrada como a aplicação mais popular do Brasil. Uma das mais conhecidas no país é a da Caixa Econômica Federal, que foi criada em 1861. O banco conta hoje com mais de 37 milhões de poupadores. Uma média de 300 mil novas contas são abertas por mês e a facilidade é a justificativa: com apenas R$ 1 já é possível abrir uma poupança, que passa a ser remunerada mensalmente a uma taxa de juros de 0,5%. Normalmente, basta dirigir-se à agência bancária com o CPF, identidade e comprovante de residência (originais e cópias).

A Poupança também é bastante procurada por ser isenta de tarifa de manutenção. Além disso, são aceitos depósitos em qualquer dia do mês e, na maioria dos bancos, é possível controlar a movimentação da conta via SMS, celular ou Internet Banking.

Segundo pesquisas realizadas pela Caixa, 41% dos poupadores estão na faixa de 21 a 40 anos e não há predominância entre homens e mulheres, mas elas são a maioria nos segmentos de menor renda, onde respondem por 54%, e os homens predominam nos patamares de maior renda, onde respondem por 60%.


Na dúvida, o melhor é consultar seu gerente de banco. Mas, para os pequenos investidores que não gostam de correr riscos este pode ser um bom negócio, principalmente se o cenário econômico for de estabilidade.

Por Adriana Cocco

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