Quando é bom negócio acionar o seguro do carro?

Quando é bom negócio acionar o seguro do carro

Você bateu o carro e na mesma hora imagina: quanto vou ter que desembolsar para o conserto? Nesse momento, a recomendação da Anfape - Associação Nacional dos Fabricantes de Autopeças é de fazer uma pesquisa com mecânicos antes de pensar em acionar a franquia do seu seguro. Em muitos casos contatar o seguro nem sempre é a melhor opção, principalmente quando se trata de peças de composição visual como, por exemplo, retrovisores, pára-lamas e pára-choques.

Caso a escolha seja acionar o seguro, é preciso avaliar: é mais econômico pagar a franquia ou diretamente o conserto? Se usar o seguro, quanto vou perder de bônus no próximo contrato?

Se a opção for pelo conserto sem o seguro, uma ótima medida é utilizar peças do mercado independente de reposição de autopeças. Esse mercado oferece produtos com a obrigatória identificação de procedência, isto é, a própria marca, a devida garantia. Produzidas por empresas, em grande parte certificadas por organismos independentes, com aval do o INMETRO e com rigorosos padrões de qualidade, essas peças têm custos mais acessíveis e são encontradas nos varejos independentes, ou seja, nas lojas de autopeças.

Enchentes - o seguro cobre?

Mesmo quem mora em um lugar seguro para enchentes, acaba pagando o preço de deixar o carro em lugares de risco. Nessa hora muita gente fica em dúvida se o seguro cobre o prejuízo em caso de enchentes.

De forma geral sim, conforme a Superintendência de Seguros Privados (Susep), autarquia federal que regulamenta o setor. O órgão estabelece que os seguros básicos que já protegem contra roubo, colisões e incêndio também assegurem o veículo que foi invadido pela água, mesmo que esteja estacionado no solo. Mas é claro que isso deve constar na apólice, por isso, fique atenta na hora de assinar.


Mas se você induziu de alguma forma o risco de o veículo ser danificado pelas chuvas, como por exemplo, passou por um trecho alagado, a seguradora vai entender que se trata de um "agravamento de risco".

Por Juliana Lopes

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