Planeje sua aposentadoria

Planeje sua aposentadoria

Que mulher, na correria do dia-a-dia, equilibrando-se entre as tarefas de mãe, esposa, profissional e dona-de-casa, nunca pensou em jogar tudo para o alto e se aposentar? A aposentadoria dos seus sonhos, porém, requer um minucioso planejamento, esteja você na casa dos 20 ou 50 anos.

Atualmente, para se aposentar, contamos com a previdência social ou privada. A primeira, todo brasileiro sabe, tem demonstrado um futuro questionável, mas é a que oferece acesso mais fácil à maioria da população.

No caso das mulheres, é possível receber o benefício com contribuição mínima de 30 anos e idade de 60. Para isso, é preciso começar a contribuir cedo na vida, lá pelos 20 anos. O benefício, porém, normalmente não chega nem à metade do valor recebido ao longo da vida ativa da profissional.

Já a previdência privada (ou aberta) é uma opção que vem atraindo cada vez mais interessados, inclusive as mulheres. Para elas, neste caso, a aposentadoria pode até sair antes dos 60 anos, dependendo do valor e do prazo de investimento, itens que podem ser escolhidos por quem contrata esse tipo de plano.

Assim, seu planejamento depende dos seguintes fatores básicos:

  • sua idade atual;
  • número de anos até poder se aposentar;
  • quanto dinheiro você tem para investir.

Bom seria poder contar com ambos os sistemas, já que diferentemente dos homens, as mulheres normalmente deixam de contribuir com a previdência social em períodos que fica afastada do trabalho, por conta dos filhos, por exemplo.

No caso de donas-de-casa em torno dos 40 a 50 anos, que nunca contribuíram com a previdência social, também é possível planejar a aposentadoria. Para isso, segundo o advogado especialista na área, Mauro Lucio Alonso Carneiro, é preciso contribuir com 20% sobre o salário mínimo para obter, aos 60 anos, aposentadoria por idade. “Já o regime aberto em relação a essa faixa etária deverá determinar o aumento da contribuição mensal”.

O ideal é começar a investir o quanto antes. Mas, se ainda não foi possível, lembre-se: antes tarde do que nunca!

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Por Adriana Cocco

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