Mulheres, hormônios e investimentos

Mulheres hormônios e investimentos

Estrogênio. Progesterona. Cortisol. Sabemos que os hormônios são responsáveis por alterações de humor drásticas: seja aquela irritação sem explicação ou aquele choro sem motivo. Mas também afetam a forma como mulheres lidam com o dinheiro, principalmente na hora em que vão investir.

Segundo a economista Eliana Bussinger, existem fases em que a mulher se sente mais ou menos insegura, mais ou menos propensa a correr riscos. Portanto, sendo ela uma investidora arrojada ou moderada, a disposição ao risco será afetada quando os hormônios entrarem em ação.

A idade também interfere nessa questão de ser mais predisposta ou não a ser mais ousada nos investimentos. Isso vai ser avaliado também conforme o tempo que ela tem (previamente estipulado nos seus objetivos) para recuperar a perda, no caso de um investimento mal sucedido.

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E voltando aos hormônios citados no início da matéria, algumas curiosidades: o estrogênio deixa a mulher mais controladora, enquanto a progesterona faz com que ela fique mais delicada. Já o cortisol faz com que lute ou fuja. E tem mais: a prolactina torna ela mais preocupada com os outros; a oxitocina deixa ela mais amorosa e a dopamina mais cética.

E com tanta mudança, é preciso analisar se aquela vontade radical de agir não está sendo patrocinada pelas alterações hormonais.

Por Lívany Salles

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