Mercado de beleza do Brasil só perde para EUA e Japão

Mercado de beleza do Brasil só perde para EUA e Ja

A Associação Brasileira de Indústrias de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec) divulgou dados que apontam o Brasil como o terceiro maior mercado de cosméticos do mundo, ficando atrás apenas dos Estados Unidos e do Japão. Segundo a associação, o faturamento quintuplicou entre 1996 e 2009. E os fatores que influenciaram o aumento foram o desenvolvimento da indústria, a participação crescente da mulher no mercado de trabalho e a utilização de tecnologia de ponta em conseqüência do aumento da produtividade.

O mercado de cosméticos alcançou em 2009 o faturamento de R$ 24,9 bilhões. O setor também apresentou resultados importantes quando o assunto é emprego. As oportunidades de trabalho criadas pelos salões de beleza, por exemplo, aumentaram 143% em 15 anos. Mas para a conquista dos melhores empregos no segmento de beleza, a profissionalização é cada vez mais necessária, fato que torna o setor de qualificação profissional outra excelente opção de negócio.

"O mercado de beleza continua dando sinais da sua força no país e crescerá ainda mais se houver investimento também na educação. Essa é uma área em que não existe desemprego, absorve muita mão de obra, mas exige pessoas habilitadas", explica Paulo Tanoue, principal executivo do Instituto Embelleze.

O Instituto Embelleze, por exemplo, maior rede de cursos profissionalizantes da área de beleza do país, forma cabeleireiros profissionais, manicures, depiladores, maquiadores, entre outros, em 250 escolas espalhadas por diversos estados, e conta com um faturamento anual de R$ 120 milhões. A rede de franquias espera crescer mais 24% até dezembro deste ano, inaugurando 60 novas unidades. A expectativa é resultado do bom momento do mercado de beleza no país.


O setor da beleza investe em pesquisa de produtos e novidades para o consumidor, homens e mulheres vaidosos, que prezam a boa aparência e higiene pessoal. Este mercado gera emprego e renda para trabalhadores informais e formais, além de movimentar a economia do país.

Por Catharina Apolinário

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