Fundos de investimento para garantir o diploma

Fundos de investimento para garantir o diploma

O mercado é exigente e já deixou bem claro que a faculdade se tornou imprescindível para um bom futuro profissional. Conforme o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), apenas 40% dos jovens entre 18 anos e 24 anos está no Ensino Superior, a maioria em instituições privadas.

Não é para menos, afinal, os valores das mensalidades não são nada modestos. Para se ter uma idéia, uma graduação custa em média cerca de R$ 900 por mês, sem contar os gastos com transporte, alimentação, livros, entre outros. No final do curso o total pode chegar a R$ 45 mil, quantia suficiente para comprar um carro.

Para que a faculdade não faça um rombo no orçamento, muitos pais já recorrem a um bom planejamento financeiro. A poupança pode ser um investimento seguro, mas não é garantia de bons rendimentos. Sendo assim, uma boa pedida são os fundos de investimento em renda fixa ou variável.

Antes de escolher o tipo de investimento, o primeiro passo é ver a capacidade de poupança da família e o período da aplicação, levando em consideração a seguinte regrinha: quanto maior o rendimento ao longo do tempo, menos dinheiro você vai precisar colocar.

Quando os filhos têm mais de dez anos de idade vale investir no conhecido fundo de previdência privada para jovens, seguro e fácil de planejar. Faça as contas. Se você começar com aplicações mensais de R$239,87 durante dez anos (entre os sete e os 17), o valor acumulado será de R$ 49 644,90, levando em consideração um rendimento médio anual de 8% acima da inflação, isso sem os aspectos tributários.

Feitos em nome dos filhos ou dependentes, o fundo permite a programação de aplicações mensais ou esporádicas. O PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) é uma opção para quem declara Imposto de Renda pelo modelo completo, pois a dedução vai até 12% dos rendimentos tributáveis no ano. O pagamento do Imposto de Renda é adiado para o momento do resgate. Por ser um prazo longo, sua aplicação ganha juros sobre o dinheiro que seria para o IR.

Antes de escolher o seu tipo de investimento, uma coisa é certa. Quanto mais cedo melhor. E não se esqueça de observar as taxas de carregamento (cobradas em cima do valor aplicado) e de administração. Pesquise sempre!

Fonte:

Guia de Planejamento Financeiro (BOVESPA - Bolsa de Valores de São Paulo)

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Por Juliana Lopes

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