Empresas esperam lucrar com casamento homoafetivo

Empresas esperam lucrar com casamento homoafetivo

Em Nova York já virou febre, tanto que a agência de turismo NYC & Co lançou uma campanha global de marketing para atrair homossexuais, agora que eles podem se casar legalmente na cidade.

Em um domingo de julho, centenas de casais de gays e lésbicas fizeram fila para o tão sonhado casamento. No oeste, duas mulheres, ambas avós, fizeram votos pouco depois da meia noite e se tornaram o primeiro casal a usufruir da lei.

E a expectativa é de que a cidade se torne o destino favorito para os noivos. O impacto na indústria do casamento pode ser sentido, ao menos esperado ansiosamente pelos empresários do setor.

Hotéis, bufês, empresas de transportes, confeiteiros, doceiros, todos poderão lucrar com a novidade. E os números são positivos. De acordo com relatório divulgado pelo Senado de Nova York, os casamentos deverão injetar 391 milhões de dólares na economia do Estado nos primeiros três anos. Certamente, um dinheiro que será muito bem-vindo, num momento em que os EUA lutam para se recuperar de uma grave recessão.

Por Lívany Salles

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