Educação financeira sustentável

Não basta ter segurança é preciso ter qualidade de

não basta ter segurança, é preciso ter qualidade de vida também.

A expressão educação financeira a maioria das pessoas já está habituada a ouvir. Trata-se do desafio de gastar somente aquilo que está dentro do orçamento com o objetivo de que no final do mês sobre dinheiro e não o contrário. Mais do que isso, é o bom uso do dinheiro: pagando, construindo e investindo.

Ultimamente, um novo termo ligado a educação vem sendo difundido: o educação financeira sustentável. Nesta modalidade, não basta ter segurança, é preciso ter qualidade de vida também. É garantir que tenhamos, hoje e no futuro, melhores condições de vida, mais realizada nos setores pessoal e profissional.

De acordo com o consultor, especialista em Responsabilidade Social e Sustentabilidade Socioambiental, Aron Belinky, "o objetivo é mudar o pensamento de acumular cada vez mais dinheiro para a ideia de viver cada vez melhor". Segundo ele, deve ser visto como um meio de realizações e não como uma finalidade. "O importante é que a pessoa priorize a satisfação ao consumo. Viver bem não significa comprar mais um celular ou outro carro, e sim aproveitar a vida", ensina.

Ainda na visão do especialista, existem três princípios básicos. O primeiro é levar em conta a real satisfação do uso do dinheiro. Em segundo lugar, o respeito ao tempo trabalhado, avaliando a necessidade de gastá-lo. Por fim, evitar tanto o acúmulo e o desperdício. Em todo caso, é bom se perguntar: "O que esse gasto vai produzir de bom?".

Por Lívany Salles

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