Educação financeira no trabalho

Qualidade de vida com educação financeira no traba

Sabemos que muitas discussões em família, muito estresse, ansiedade, queda de rendimento no trabalho e desânimo são provenientes da falta de planejamento financeiro. Por esse motivo, companhias estão investindo na educação como "ferramenta para que as pessoas possam realizar uma auto-análise e visualizar de forma clara sua situação financeira atual e direcioná-la a escolhas financeiras mais saudáveis e inteligentes", afirma a educadora financeira Silvia Alambert.

Muitas empresas estão buscando integrar o profissional de forma mais ampla, envolvendo-se na questões pessoas do funcionário. Elas entendem que se a pessoa tem qualidade de vida, produz melhor. E sabemos que o bem-estar está intimamente ligado ao dinheiro, mas não ao acúmulo dele, mas, sim, ao bom uso.

A especialista ressalta que implementar um método de conscientização sobre finanças requer um esforço conjunto que deve ser pensado pelas duas partes: o empregador e o beneficiado. Ela acredita que, da mesma forma que o plano de saúde era pago integralmente pelo profissional, sendo mais tarde dividido entre as partes, assim ocorrerá com a educação financeira. Logo que for completamente entendida como um investimento para o profissional, passará a ser um compromisso da empresa também.


"À medida em que os funcionários passam a entender que podem e que conseguirão sair da linha do endividamento e entrar na linha da prosperidade, todo o comportamento muda e é por isso que a educação financeira é poderosa, porque ela transforma a vida emocional do indivíduo, levando-o de um estado emocional de aflição e angústia para outro oposto", conclui Silvia.

Por Lívany Salles

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