Crise Financeira: população mundial reduz gastos com vestuário

Crise Financeira população mundial reduz gastos co

Quando o calo aperta, ou melhor, quando o bolso fica vazio, é necessário aprender as lições da educação financeira, mais ainda quando se trata de uma época como essa. O jeito é controlar e reduzir as despesas.

E parece que muita gente já entendeu isso. Um estudo realizado em 25 países, incluindo o Brasil, Estados Unidos, Japão e países da Europa e China, comprova que 52% da população prefere gastar menos com roupas, calçados e acessórios, para contornar a crise financeira. E 48% deixa de comprar móveis e eletrodomésticos, o mesmo número vale para as pessoas que diminuiram os gastos com despesas simples, entre elas, restaurantes e cinema.

Chamada de “A Crise no Mundo", a pesquisa realizada pelo IBOPE Inteligência em parceria com a rede global de pesquisas WIN - Worldwide Independent Network of Market Research, mostra que nós, brasileiros, seguimos a tendência mundial de cortar os gastos principalmente com roupas e sapatos, além de eletrodomésticos. Mais de 35% dos brasileiros que participaram da pesquisa também declararam que conseguiram diminuir os custos com telefonia celular, contra 32% da média mundial.

Os mexicanos são os que mais economizaram até agora, cortaram gastos com mantimentos (74%), vestuário (73%), telefonia celular (57%), reformas na casa (57%), TV por assinatura (31%) e internet residencial (26%). Já nos Estados Unidos, Japão e Islândia, não abriram mão de economizar com internet, TV por assinatura e celular.

Na opinião de 49% da população mundial, a situação econômica do país irá piorar nos próximos três meses, principalmente Europa, Japão e Canadá. O Brasil está entre os mais otimistas: 46% acreditam que a situação do país ficará inalterada, 35% declaram que irá melhorar e apenas 14% dizem o contrário.


Mais de 61% dos brasileiros também acham que a própria renda irá ficar melhor nos próximos três meses. Em seguida estão Catar (44%) e Estados Unidos (35%). Na média mundial, 45% afirma que a renda será a mesma e 25% que ela vai aumentar. Se depender do esforço dos brasileiros conscientes, muitos inclusive que transformam crise em oportunidade, quem esses números se confirmem.

Por Juliana Lopes

Comente