Vendas diretas crescem e geram empregos

É quase impossível encontrar quem nunca tenha comprado nenhum produto por venda direta. Sem contar as inúmeras pessoas que se lembram das reuniões de mulheres revendedoras da tuppeware, aqueles recipientes de plástico para conservar ou preparar alimentos. Ou, então, que conhecem uma vizinha ou freqüenta um salão de beleza que tem catálogos de vendas.

Um dos métodos mais antigos de venda, muito antes do comércio e, claro, do e-commerce, ainda gera milhões de postos de trabalho aqui no Brasil. Segundo a ABIHPEC (Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos), foram contabilizados 4,28 milhões de empregos em 2010 por meio da venda direta.

Somente na indústria de cosméticos, são mais de 2,7 milhões de pessoas que se tornam autônomas e comercializam produtos porta a porta. O número representa mais do que a metade do total de postos gerados neste ramo.


E os números vem crescendo. De acordo com a ABEVD (Associação Brasileira das Empresas de Vendas Diretas) houve alta de 17,2% nas vendas, movimentando R$ 26 bilhões apenas em 2010. Com esse dados, o Brasil ocupa o terceiro lugar no ranking de vendas diretas de cosméticos, ficando atrás apenas do Japão e dos Estados Unidos.

Por Lívany Salles

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