Regras de etiqueta no trabalho

Regras de etiqueta no trabalho

Existem algumas profissões ou empresas em que é imprescindível adotar certas regras de etiqueta se o profissional não quiser passar por situações constrangedoras. Só para citar alguns exemplo, executivos, secretárias, advogados, juízes e diplomatas. Porém, em qualquer profissão, saber agir e manter uma postura adequada no ambiente de trabalho rende boas oportunidades.

Para não errar, a professora de etiqueta cerimonial e protocolo, Maritta Vermeire de Araújo, dá algumas dicas importantes:

Roupa: como exceção das áreas de moda e comunicação, que costumam ser um pouco mais despojadas, no escritório é adequado manter a discrição e a formalidade. Em todos os casos, é indicado não usar decotes, minissaias, roupas provocativas, além de calça muito justa, colada no corpo, que é considerada informal. Salto muito alto e brincos muito grandes também não são aconselháveis. Em qualquer ocasião, o terninho é sempre bem vindo.

Comportamento: é preciso prestar atenção na maneira de sentar, falar e comer. Muitas empresas não permitem comer no local de trabalho, por não ser muito apropriado. No entando, algumas regras são básicas em qualquer ambiente: "não falar de boca cheia, não rir alto, nem apresentar manifestações exageradas de choro e riso, assim como manter a discrição ao soar o nariz", aconselha a professora.

Imagem: na aparência, é bom manter o cabelo sempre arrumado e não usar maquiagem pesada durante o dia. Cuidado para não exagerar no perfume. Além, claro, de estar em dia com a higiene pessoal (uso de desodorante, hálito agradável etc).

Postura: no tratamento com as pessoas, não falar muito perto, nem cochichar, também não é recomendável fazer piadas sobre as pessoas, principalmente se não houver intimidade. Isso não quer dizer que a pessoa precisa ser contraída. Pode ser descontraída, mas de forma natural e com precauções.


Tratamento: cumprimentar as pessoas educadamente dizendo "como vai?", "tudo bem?". Praticar gestos de gentileza. Evitar assuntos de religião, nacionalidade ou outros que possam gerar conflitos. "Claro que, aos poucos, o próprio ambiente vai fazendo com que o profissional relaxe um pouco mais e perceba como se portar. Mas nos primeiros meses, é bom ir com cautela", conclui Maritta.

Por Lívany Salles

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