Proficiência em inglês é insatisfatória

Proficiência em inglês é insatisfatória

Com tantos eventos mundiais previstos para o Brasil nos próximos anos, quem quiser aproveitar para ganhar dinheiro, certamente precisará de um requisito fundamental: fluência em inglês. Mas será que estamos preparados para esse desafio? Denilso de Lima, autor de "Inglês na Ponta da Língua" (Editora Campus) acredita que o nível linguístico em língua inglesa do falante brasileiro não é dos melhores.

E não é mesmo, segundo afirma uma pesquisa realizada pela empresa Global English. Nela, o Brasil tem um índice insatisfatório de proficiência em inglês na comparação com os demais países do mundo, bem abaixo da média mundial, já considerada insatisfatória: de 4,46, em uma escala de 1 a 10.

"Para atender eventos esportivos grandes, com um fluxo enorme de pessoas de outros países, o nível linguístico deve ser o mais avançado possível", alerta Denilso. Ainda de acordo com a pesquisa, apenas 7% dos profissionais que vivem onde o inglês não é a língua nativa (caso do Brasil e da maior parte dos países da América Latina, por exemplo) dominam totalmente o idioma e são capazes de utilizá-lo sem problemas no trabalho.


"Um dos principais desafios no aprendizado de inglês é o mito de que é difícil. Mas o principal desafio está na melhor qualificação dos professores. Consequentemente, os aprendizes se beneficiarão disso e os desafios no aprendizado serão reduzidos e teremos uma população melhor preparada no futuro para falar a língua do mundo", conclui.

Por Lívany Salles

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