Perfil do trabalhador brasileiro

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Pesquisas revelam o aumento no número de pessoas que trabalham por conta própria, isto é, trabalhadores explorando o seu próprio empreendimento, sozinhos ou com sócio, sem obrigação de manter uma jornada de trabalho e rendimento variável.

Segundo o IBGE, em março de 2008, os trabalhadores informais representavam quase 20% da força de trabalho brasileira, somando 4,1 milhões de trabalhadores. O número leva em consideração seis regiões metropolitanas brasileiras (Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre).

A maior participação neste mercado é do comércio (que inclui as oficinas mecânicas e o segmento de combustíveis), com 28,3%, da construção civil (17,5%) e dos "outros serviços", em que são incluídos alojamento, alimentação e transporte (24,7%).

O rendimento médio mensal desses trabalhadores foi estimado em cerca de mil e cem reais. Entretanto, 70% dos trabalhadores por conta própria recebiam abaixo de dois salários mínimos por mês. Apesar de os homens serem maioria (60,8%), a participação feminina está em crescimento, de acordo com o instituto.

Carteira assinada

Entre 2002 e 2008, o IBGE constata um aumento na contratação com carteira assinada. Em 2002, o número era de 40,8% da população economicamente ativa. Hoje esse número é de 43,9%.

Em breve esses trabalhadores terão acesso à nova carteira de trabalho, lançada recentemente pelo Ministério de Trabalho. O documento tem o objetivo de dificultar fraudes e informatizar toda a vida do trabalhador. O código de barra vai permitir que todos acessem informações sobre a sua vida de trabalho: seguro desemprego, abono salarial ou mesmo Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).

Dia do Trabalho

Assim como em vários países, no Brasil as comemorações do 1º de maio também estão relacionadas à luta pela redução da jornada de trabalho. O dia só foi consolidado no Brasil em 1925 pelo presidente Artur Bernardes.

Devido à propaganda trabalhista do então presidente da época Getúlio Vargas, que governou entre 1930 e 1945, o dia que era marcado por piquetes e passeatas começou a ser celebrado com festas populares e desfiles. Hoje em dia, um dos eventos mais conhecidos é realizado pela Força Sindical, organização que reúne sindicatos de diversas áreas

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